PCDF abre operação contra grilagem de terras e lavagem de dinheiro

//PCDF abre operação contra grilagem de terras e lavagem de dinheiro

PCDF abre operação contra grilagem de terras e lavagem de dinheiro

By | 2017-10-11T10:30:03+00:00 terça-feira, 10 de outubro, 2017|Clipping|0 Comentários

JORNAL DE BRASÍLIA –

A Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente e à Ordem Urbanística (Dema) deflagrou, na manhã desta terça (10), a Operação Dinossauro para desarticular uma organização criminosa voltada para a prática de grilagem de terras e lavagem de dinheiro. Até o momento, cinco pessoas foram presas.

Os policias estão cumprindo 14 mandados de prisão temporária, 10 mandados de condução coercitiva, além de 27 mandados de busca e apreensão em várias cidades do DF e em Unaí/MG.

A Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente e à Ordem Urbanística (Dema) deflagrou, na manhã desta terça (10), a Operação Dinossauro para desarticular uma organização criminosa voltada para a prática de grilagem de terras e lavagem de dinheiro. Até o momento, cinco pessoas foram presas.

Os policias estão cumprindo 14 mandados de prisão temporária, 10 mandados de condução coercitiva, além de 27 mandados de busca e apreensão em várias cidades do DF e em Unaí/MG.

Segundo a investigação, a organização criminosa arquitetava tomar posse de uma extensa área pública, pertencente à Terracap, localizada no Jardim Botânico.

“Apesar de o loteamento irregular ainda não estar implementado, cerca de 700 lotes já foram vendidos, cada qual medindo aproximadamente 600m² e avaliados em média por R$60 mil. Verificou-se também a cobrança de taxas condominiais e taxas extras no valor de R$740 por mês”, afirmou a delegada Marilisa Gomes.

Conforme laudo do Instituto de Criminalística, a área em questão possui aproximadamente 46 hectares e encontra-se na Área de Proteção Ambiental (APA) da Bacia do Rio São Bartolomeu. O desmatamento da vegetação nativa e a construção de arruamentos no local causaram danos ao meio ambiente.

A operação foi batizada de Dinossauro porque os grileiros, por meio de um relatório apresentado no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), conseguiram autorização para exploração de um “sítio arqueológico” que alegavam existir no local, mascarando a sua real intenção de realizar obras voltadas para o empreendimento.

Do JORNAL DE BRASÍLIA 

Foto: John Stan/Jornal de Brasília 

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